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A PRIMEIRA A GENTE NUNCA ESQUECE

Autor(a): Ascom/ FaesVisitas: 40

15 de outubro de 2021

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Ela é sergipana e como a grande maioria dos atletas amadores deu os primeiros passos no esporte aos 10 anos de idade na escola em que estudava, foram 18 longos anos de treinamento, suor, dor, incertezas, alguns bons resultados e nessa terça-feira, 13 de outubro Istelina Silva se tornou campeã brasileira de judô universitário, medalha de ouro na categoria acima dos 78 quilos e um sorriso cativante no rosto, essa é a nossa campeã.

  

 Representando a Universidade Tiradentes, Istelina fala que ficou encantada com a estrutura oferecida pela Confederação Brasileira de Desporto Universitário e a possibilidade de ter vários esportes diferentes num mesmo espaço é muito salutar: “facilita a integração entre os esportes, seguindo os protocolos, testando os atletas e todo o pessoal envolvido, diminuindo o risco de contágio, uma estrutura sensacional”.

 

Caminho até o ouro

Foram três lutas e três vitórias por Ippon, o golpe perfeito no judô, Istelina não deu chance às adversárias e partiu para cima para vencer e ver a torcida ir à loucura na arquibancada do Centro Internacional de Convenções de Brasília: “torcida faz total diferença, quando você luta sem torcida ou contra a torcida do adversário, é uma pressão psicológica muito forte, mas com essa galera que estava aqui torcendo, dá muita força, dá uma energia para o atleta”, falou a simpática sergipana que ainda completou que não se sentiu bem na viagem e chegou a temer não fazer um bom campeonato, mas a força vinda da arquibancada deu a ela a certeza que o melhor estava por vir.

Além do ouro de Istelina, Sergipe ganhou também medalha de prata com o judoca Lucas Leandro, derrotado na luta final Lucas também fez bonito e representou Sergipe muito bem.